Hoje se encerra a primeira semana que estou em Porto Alegre no intercâmbio com a PUCRS em meu mestrado (que é pela UEM).
Foi uma semana de rápidas reuniões...
Destaco duas delas: Na quarta-feira uma reunião de recepção pelo prof. Dr. Rafael Prikladinicki na PUC e hoje uma com um gerente de projetos na Dell, empresa hospedada no TECNOPUC - Parque Científico e Tecnológico da PUCRS.
Ainda estou impressionado com a infraestrutura da PUC, e ainda mais com destas empresas que ficam hospedadas aqui dentro. Para se ter ideia, tem-se aqui dentre outras a Dell, a Microsoft e a HP.
Seguem-se os trabalhos!
Elder Schemberger
Tenho outros locais onde escrevo coisas técnicas relacionadas à computação, coisas sobre religião, sobre música, e outras várias... Este uso para escrever fatos cotidianos, situações engraçadas/constrangedoras/curiosas/..., leituras, mestrado, lugares que vou (para comer, conhecer, ...), lazer, e algo mais! Se algo desta lista interessar, continue aqui! Ah, e se continuar, desconsidere acentuação, concordância e afins. São palavras tecladas sempre com pressa...
8 de julho de 2011
5 de julho de 2011
Reativando?
Putz, mais de um ano sem aparecer aqui...
... realmente o Twitter me fez (e não só a mim, tenho certeza) deixar um pouco de lado este e outros blogs que mantinha atualizado com maior frequencia.
O que motivou-me a retornar é que estou em Porto Alegre, RS (uns mil ou mais KMs de onde moro, Cascavel-PR) em um intercâmbio do mestrado chamado de PROCAD - sigla pra esse programa de cooperação entre universidades no Brasil.
No meu caso, estou vindo pela UEM, onde faço meu mestrado, para a PUC-RS.
Cheguei na quinta-feira, 30/06.... aliás, chegamos, pois deu certo de virmos em dois, eu e meu parceiro de profissão/mestrado, Sid (www.twitter.com/sidgley).
Saímos de Cascavel às 00h20 do dia 30/06, de ônibus, rumo à Maringá, cidade de onde embarcaríamos em definitivo para Porto Alegre. Chegamos em Maringá umas 04h30 com muita chuva... até o dia amanhacer (07h) para tomar café no RU da UEM, o que tomamos foi chuva, frio e afins..
Nosso vôo partiu meia hora atrasado de Maringá (13h) rumo a conexão em São Paulo, e de lá rumo a Porto Alegre. Chegamos na capital mais ao Sul do Brasil no horário previsto, 16h45.
Poucos minutos depois da 17h já estávamos na pensão que estamos hospedados (http://hostpoa.blogspot.com/) na qual fomos muito bem recebidos pela dona Beti.
Hoje é o quinto dia por aqui já...
Depois escrevo sobre a PUC e afins...
... realmente o Twitter me fez (e não só a mim, tenho certeza) deixar um pouco de lado este e outros blogs que mantinha atualizado com maior frequencia.
O que motivou-me a retornar é que estou em Porto Alegre, RS (uns mil ou mais KMs de onde moro, Cascavel-PR) em um intercâmbio do mestrado chamado de PROCAD - sigla pra esse programa de cooperação entre universidades no Brasil.
No meu caso, estou vindo pela UEM, onde faço meu mestrado, para a PUC-RS.
Cheguei na quinta-feira, 30/06.... aliás, chegamos, pois deu certo de virmos em dois, eu e meu parceiro de profissão/mestrado, Sid (www.twitter.com/sidgley).
Saímos de Cascavel às 00h20 do dia 30/06, de ônibus, rumo à Maringá, cidade de onde embarcaríamos em definitivo para Porto Alegre. Chegamos em Maringá umas 04h30 com muita chuva... até o dia amanhacer (07h) para tomar café no RU da UEM, o que tomamos foi chuva, frio e afins..
Nosso vôo partiu meia hora atrasado de Maringá (13h) rumo a conexão em São Paulo, e de lá rumo a Porto Alegre. Chegamos na capital mais ao Sul do Brasil no horário previsto, 16h45.
Poucos minutos depois da 17h já estávamos na pensão que estamos hospedados (http://hostpoa.blogspot.com/) na qual fomos muito bem recebidos pela dona Beti.
Hoje é o quinto dia por aqui já...
Depois escrevo sobre a PUC e afins...
15 de outubro de 2010
Dia do Professor
Recebi este texto de um dos meus coordenadores, e quis reproduzi-lo aqui.
Parabéns aos professores, por seu dia.
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição das Boas Novas a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
Tomando a palavra, disse-lhes:
- "Em verdade, em verdade vos digo: Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque eles..."
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar no caderno?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da Provinha Brasil, da Prova Brasil e demais testes e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor efetivo...
Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas, tendo em vista o fator previdenciário, desistiu. Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria...
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar no caderno?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da Provinha Brasil, da Prova Brasil e demais testes e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor efetivo...
Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas, tendo em vista o fator previdenciário, desistiu. Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria...
Mas olhou de novo a multidão. Eram como ovelhas sem pastor... Seu coração de educador se enterneceu e Ele continuou... como nós sempre continuamos...
1 de setembro de 2010
Corinthians, 100 anos...
Texto copiado de Mauro Beting publicado em http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/2010/08/27/corinthians-100/
Detalhe... ele é Palmeirense.
Belíssimo texto... traduz de fato o que é ser Corinthians...
É na quarta-feira. Foi ontem. É hoje. Será sempre. O Corinthians não precisa de data para celebrar. Só precisa de Corinthians.
Pode parecer mesquinho para os outros, onanista, até. Mas isso é Corinthians para quem de fato importa – o corintiano. Basta existir.
O fiel não precisa de jogo, de estádio, de adversário, de futebol, de campeonato, de gol, de vitória, de título.
O corintiano só precisa do Corinthians para ser feliz.
Só precisa de outro corintiano para fazer festa. Ele se encontra pela rua e confraterniza como se visse um Luisinho, um Marcelinho, um Neco, um Neto, um Rivellino, um Sócrates, um Wladimir, um Cláudio, um Biro-Biro, um Zé Maria, um Basílio, um Gilmar, um Brandão, um ídolo. Um corintiano. Que não precisa ser craque, pode até ser bagre. Desde que saiba que a camisa não é um símbolo. É tudo. É Corinthians.
Não é um bando de loucos. É um corintiano. Definição precisa e perfeita. Completa e complexa. Mas simples como um torcedor que ama o time como ama a família. Se não torce de fato mais pelos 11 que jogam por todos que pelos entes queridos. Afinal, é tudo do ente. É tudo doente. É tudo Timão.
O Corinthians não é a vida de um corintiano.
Antes de ser gente ele é Corinthians.
Por isso tanta gente é Corinthians. Num Brasil imenso e injusto socialmente, o campeão dos campeões paulistas é dos maiores fatores de inclusão, justiça e igualdade no país.
Não por acaso é nação dentro deste continente. Tem regras complicadas, tem razões malucas, tem paixões regradas. Tem de tudo e tem para todos no Parque São Jorge. Na casa por usucampeão Pacaembu. No Morumbi tantas vezes palco das festas. No Maracanã campeão mundial em 2000. Nas tantas praças brasileiras que viraram casas corintianas em títulos e troféus. Até mesmo nas dores que não murcharam amores. Até mesmo nas vergonhas nos gramados e nos sem-vergonhas das tribunas e tribunais, o Corinthians sempre soube ganhar como raros, e até soube perder como poucos. Mesmo perdendo a cabeça e perdendo o juízo. Mas jamais perdendo o coração.
Doutor, eu não me engano, mesmo que meu coração seja o oposto do corintiano, não há nada que bata tanto e por tantos como esse que se diz maloqueiro e sofredor, graças a Deus!
Esse prazer de eventualmente sofrer é exclusividade alvinegra. Esse amor não se explica. É um presente. É um dom. É uma doação, mesmo quando mais parece uma danação. É sina que não se explica, que fascina até quem não é, até quem não gosta. Não sei explicar o Corinthians. Nem os corintianos conseguem.
Mas nada disso é preciso. O que importa é que sempre haverá no estádio e em cada canto um fiel. Um estado de espírito alvinegro. Um torcedor que acredita sem ter por que; que torce sem ter por quem; que joga sem ter com quem.
Listar os títulos corintianos não é fácil. Mais difícil é compreender um torcedor que até se orgulha dos fracassos. Até na segunda dos infernos. Em 2008, vi gente acreditando como sempre desde 1910. Vi fiel não abandonando. Não parando. Acreditando. Corintianando.
Fiel pode até ser rebaixado – mas não se rebaixa. Raros sabem perder e ganhar como nenhum outro jamais venceu.
Ainda mais raros (embora muitos) nasceram sabendo que quem ama não perde. Podem até ter times melhores. Mas mais amados?
Nestes 100 anos, não conheço igual.
Até porque quarta-feira não será um dia especial.
Desde 1º. de setembro de 1910, todos os dias são especiais.
Todos são dias de Corinthians.
Detalhe... ele é Palmeirense.
Belíssimo texto... traduz de fato o que é ser Corinthians...
É na quarta-feira. Foi ontem. É hoje. Será sempre. O Corinthians não precisa de data para celebrar. Só precisa de Corinthians.
Pode parecer mesquinho para os outros, onanista, até. Mas isso é Corinthians para quem de fato importa – o corintiano. Basta existir.
O fiel não precisa de jogo, de estádio, de adversário, de futebol, de campeonato, de gol, de vitória, de título.
O corintiano só precisa do Corinthians para ser feliz.
Só precisa de outro corintiano para fazer festa. Ele se encontra pela rua e confraterniza como se visse um Luisinho, um Marcelinho, um Neco, um Neto, um Rivellino, um Sócrates, um Wladimir, um Cláudio, um Biro-Biro, um Zé Maria, um Basílio, um Gilmar, um Brandão, um ídolo. Um corintiano. Que não precisa ser craque, pode até ser bagre. Desde que saiba que a camisa não é um símbolo. É tudo. É Corinthians.
Não é um bando de loucos. É um corintiano. Definição precisa e perfeita. Completa e complexa. Mas simples como um torcedor que ama o time como ama a família. Se não torce de fato mais pelos 11 que jogam por todos que pelos entes queridos. Afinal, é tudo do ente. É tudo doente. É tudo Timão.
O Corinthians não é a vida de um corintiano.
Antes de ser gente ele é Corinthians.
Por isso tanta gente é Corinthians. Num Brasil imenso e injusto socialmente, o campeão dos campeões paulistas é dos maiores fatores de inclusão, justiça e igualdade no país.
Não por acaso é nação dentro deste continente. Tem regras complicadas, tem razões malucas, tem paixões regradas. Tem de tudo e tem para todos no Parque São Jorge. Na casa por usucampeão Pacaembu. No Morumbi tantas vezes palco das festas. No Maracanã campeão mundial em 2000. Nas tantas praças brasileiras que viraram casas corintianas em títulos e troféus. Até mesmo nas dores que não murcharam amores. Até mesmo nas vergonhas nos gramados e nos sem-vergonhas das tribunas e tribunais, o Corinthians sempre soube ganhar como raros, e até soube perder como poucos. Mesmo perdendo a cabeça e perdendo o juízo. Mas jamais perdendo o coração.
Doutor, eu não me engano, mesmo que meu coração seja o oposto do corintiano, não há nada que bata tanto e por tantos como esse que se diz maloqueiro e sofredor, graças a Deus!
Esse prazer de eventualmente sofrer é exclusividade alvinegra. Esse amor não se explica. É um presente. É um dom. É uma doação, mesmo quando mais parece uma danação. É sina que não se explica, que fascina até quem não é, até quem não gosta. Não sei explicar o Corinthians. Nem os corintianos conseguem.
Mas nada disso é preciso. O que importa é que sempre haverá no estádio e em cada canto um fiel. Um estado de espírito alvinegro. Um torcedor que acredita sem ter por que; que torce sem ter por quem; que joga sem ter com quem.
Listar os títulos corintianos não é fácil. Mais difícil é compreender um torcedor que até se orgulha dos fracassos. Até na segunda dos infernos. Em 2008, vi gente acreditando como sempre desde 1910. Vi fiel não abandonando. Não parando. Acreditando. Corintianando.
Fiel pode até ser rebaixado – mas não se rebaixa. Raros sabem perder e ganhar como nenhum outro jamais venceu.
Ainda mais raros (embora muitos) nasceram sabendo que quem ama não perde. Podem até ter times melhores. Mas mais amados?
Nestes 100 anos, não conheço igual.
Até porque quarta-feira não será um dia especial.
Desde 1º. de setembro de 1910, todos os dias são especiais.
Todos são dias de Corinthians.
19 de agosto de 2010
Segundo Semestre Letivo no Mestrado
Dia 12, semana passada portanto, iniciei um novo semestre letivo no mestrado...
O primeiro com suas respectivas disciplinas, já se foi. Cursei neste primeiro Métodos de Modelagem de Software, Arquitetura de Computadores, Seminários I e Projeto e Análise de Algoritmos (também conhecida como o terror das disciplinas, rsrs).
Foi um semestre para se entender o que é de fato o mestrado, cair a ficha.
Nele já foram contabilizadas algumas madrugadas em claro, alguns apertos de trabalhos e afins... Um novo jeito de estudar, com certeza. Prazos curtos, trabalhos longos, complicados. Muito diferente de graduação ou pós-graduação lato sensu (sem menosprezar, pq. fiz as duas e fui muito cobrado também, até por serem em uma Universidade Pública).
Aqui, pelo regulamento, temos que cumprir 24 créditos. Destes, no primeiro semestre já concluí 11. AC e PAA com 4 cada uma... MMS mais 2 e Seminários 1. Destas, 3 conceitos A e um B (na dita cuja PAA, que aliás foi bem trabalhoso de se obter!)
Neste segundo semestre, as disciplinas serão: Banco de Dados, Gerenciamento de Projetos de Software, Sistemas Operacionais e Trabalho Individual. Isso totalizará mais 10 créditos, ou seja, tudo correndo bem, fecho o ano com 21 dos 24 créditos concluídos, e a qualificação da dissertação bem encaminhada.
Logo posto sobre o que trabalharei como tema de dissertação... Ainda está bem cru, verde...
O primeiro com suas respectivas disciplinas, já se foi. Cursei neste primeiro Métodos de Modelagem de Software, Arquitetura de Computadores, Seminários I e Projeto e Análise de Algoritmos (também conhecida como o terror das disciplinas, rsrs).
Foi um semestre para se entender o que é de fato o mestrado, cair a ficha.
Nele já foram contabilizadas algumas madrugadas em claro, alguns apertos de trabalhos e afins... Um novo jeito de estudar, com certeza. Prazos curtos, trabalhos longos, complicados. Muito diferente de graduação ou pós-graduação lato sensu (sem menosprezar, pq. fiz as duas e fui muito cobrado também, até por serem em uma Universidade Pública).
Aqui, pelo regulamento, temos que cumprir 24 créditos. Destes, no primeiro semestre já concluí 11. AC e PAA com 4 cada uma... MMS mais 2 e Seminários 1. Destas, 3 conceitos A e um B (na dita cuja PAA, que aliás foi bem trabalhoso de se obter!)
Neste segundo semestre, as disciplinas serão: Banco de Dados, Gerenciamento de Projetos de Software, Sistemas Operacionais e Trabalho Individual. Isso totalizará mais 10 créditos, ou seja, tudo correndo bem, fecho o ano com 21 dos 24 créditos concluídos, e a qualificação da dissertação bem encaminhada.
Logo posto sobre o que trabalharei como tema de dissertação... Ainda está bem cru, verde...
31 de julho de 2010
Estou ficando com medo de ter filhos!
Afirmação estranha essa... mas é séria!
Justifico-me.
Tive alguns dias de férias dos meus trabalhos, o que me proporcionou algumas noites livres. Em algumas delas, um dos destinos foi o JL Shopping, aqui em Cascavel.
Entre os dias que estive lá, um deles foi numa quarta-feira, tradicional dia de todo mundo ir ao cinema, praça de alimentação, etc etc.! Tudo lotado.
Mas algo diferente me chamou atenção: O público presente.
Não é preconceito... acho que é tradicionalismo, sei lá.... Mas era um festival colorido. Gente com calça amarela, camisa roxa e bota azul. Outros com cabelto "tipo emo", óculos escuros, alargadores de orelha, todos de preto e havaianas... E outros seres estranhos, rsrs. Tinha pra tudo que é tipo...
Fiquei sentado, solitário, na praça de alimentação esperando minha namorada, onde tínhamos marcado, e por uns 40 minutos obsrvando toda aquela movimentação, aqueles seres estranhos... Me senti fora da casinha, num mundo diferente, atrasado, conservador, e coisas do tipo!
Perto da entrada do cinema era um "beijódromo"! Adolescentes aparentando 12, 13 ou no máximo 14 anos andando de mãos dadas, se beijando enconstados pelas paredes, como se estivessem sozinhos e em um locar propício para tal. Tá certo que estava passando "Eclipse" e outras porcarias mais... mas sério, me senti mal. Deu medo da minha vontade de ter filhos daqui alguns anos! Ou será que tudo aquilo é consentido pelos pais? Duvido!
... ou devo ser careta demais mesmo!
Eu ficaria muito chateado em saber que tenho um filho/filha de 12 ou 13 anos andando de mãos dadas com outro "estranho", fumando, etc. etc... E eu teria como controlar isso? Gostos? Preferências? Atitudes? Vestimentas? Hábitos? Exposição?
E olha que aquele dia estávamos com duas crianças, uma de 6 e outra de 3 anos, afilhados, passeando de mãos dadas, mas crescendo vendo tais cenas!
Estou com medo de ter filhos um dia!
Justifico-me.
Tive alguns dias de férias dos meus trabalhos, o que me proporcionou algumas noites livres. Em algumas delas, um dos destinos foi o JL Shopping, aqui em Cascavel.
Entre os dias que estive lá, um deles foi numa quarta-feira, tradicional dia de todo mundo ir ao cinema, praça de alimentação, etc etc.! Tudo lotado.
Mas algo diferente me chamou atenção: O público presente.
Não é preconceito... acho que é tradicionalismo, sei lá.... Mas era um festival colorido. Gente com calça amarela, camisa roxa e bota azul. Outros com cabelto "tipo emo", óculos escuros, alargadores de orelha, todos de preto e havaianas... E outros seres estranhos, rsrs. Tinha pra tudo que é tipo...
Fiquei sentado, solitário, na praça de alimentação esperando minha namorada, onde tínhamos marcado, e por uns 40 minutos obsrvando toda aquela movimentação, aqueles seres estranhos... Me senti fora da casinha, num mundo diferente, atrasado, conservador, e coisas do tipo!
Perto da entrada do cinema era um "beijódromo"! Adolescentes aparentando 12, 13 ou no máximo 14 anos andando de mãos dadas, se beijando enconstados pelas paredes, como se estivessem sozinhos e em um locar propício para tal. Tá certo que estava passando "Eclipse" e outras porcarias mais... mas sério, me senti mal. Deu medo da minha vontade de ter filhos daqui alguns anos! Ou será que tudo aquilo é consentido pelos pais? Duvido!
... ou devo ser careta demais mesmo!
Eu ficaria muito chateado em saber que tenho um filho/filha de 12 ou 13 anos andando de mãos dadas com outro "estranho", fumando, etc. etc... E eu teria como controlar isso? Gostos? Preferências? Atitudes? Vestimentas? Hábitos? Exposição?
E olha que aquele dia estávamos com duas crianças, uma de 6 e outra de 3 anos, afilhados, passeando de mãos dadas, mas crescendo vendo tais cenas!
Estou com medo de ter filhos um dia!
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